O Best-Seller de Dan Brown
O Código da Vinci, uma das mais celebradas obras literárias de 2005, narra a história de uma sinistra conspiração para revelar o segredo mantido durante séculos por uma sociedade secreta. Tudo tem início com a morte do respeitado curador Jacques Saunière, dentro do Museu do Louvre, em Paris. Saunière é membro do Priorado de Sião, fraternidade que já teve membros ilustres como Leonardo da Vinci e Victor Hugo.Ao longo do livro, mensagens precisam ser decifradas, códigos desvendados para se chegar ao segredo milenar que envolve a Igreja Católica. Os responsáveis por esta tarefa são a criptógrafa Sophie Neveu, neta do curador, e o simbologista Robert Langdon. O casal de mocinhos passa a história inteira correndo um passo à frente dos investigadores.
As belezas da França, obras de arte e a história da Igreja Católica são reunidas em uma narrativa de linguagem simples, capaz de envolver os mais diversos tipos de leitores. Talvez esteja aí a razão de tantas semanas no topo das listas de best-sellers de todo o mundo.
O Código Da Vinci promove turismo
Virou moda na Europa visitar os lugares citados no livro de Dan Brown. Algumas agências oferecem passeios no Louvre e em outros locais descritos em O Código Da Vinci por 110 euros (cerca de R$ 400). O percurso turístico-literário se inicia normalmente na ala Dénon do museu do Louvre, onde está o quadro da Mona Lisa, pintado pelo italiano Leonardo da Vinci no início do século 16. Até mesmo os parisienses que já haviam visto o quadro retornam ao Louvre para observá-lo de perto e verificar as informações contidas no livro
Segundo Paul Charles, diretor de comunicação da Eurostar, o livro promoveu o chamado “efeito Código Da Vinci”. As pessoas passaram a ter maior interesse em visitar os locais citados na história de Dan Brown. O grupo dirigido por Charles gerencia o trem de alta velocidade que une França e Bélgica ao Reino Unido, muito usado pelos turistas sob tal “efeito”.

